domingo, 28 de agosto de 2011

# ARTRIO- 08 A 11 DE SETEMBRO 2011




Foi com alegria que li  um informativo no  jornal, da Primeira edição da ArtRio. 

Muito bom ter eventos assim. Da arte rupestre até hoje, a arte sempre foi e será,  uma forte conexão com  a energia Divina. 

O colecionismo será um dos principais temas em debate durante a ArtRio 2011



Primeira edição da ArtRio.
 "A Cidade Maravilhosa, que já é um pólo cultural em tantas áreas, agora ganha uma feira do tamanho de sua relevância no cenário brasileiro das artes plásticas. Seja pela intensa produção de seus artistas, como pela quantidade e qualidade de exposições realizadas anualmente, o Rio tem um mercado artístico pulsante e criativo e que só tende a crescer.
Acreditamos que as artes plásticas são um espelho da nossa cultura. Promovê-las é uma maneira de tornar a arte acessível e assim estimular novas audiências, formar artistas, curadores e colecionares. E principalmente, gerar os questionamentos e reflexões que a arte em si trabalha.
Nesta primeira edição, a ArtRio traz para o Píer Mauá o acervo de cerca de 80 galerias nacionais e internacionais, que abrangem desde a vanguarda modernista até a arte contemporânea, com muitas obras ainda inéditas no país.
O evento ainda inclui o Programa ArtRio Vídeo, com a curadoria de Alberto Saraiva. E o Programa Solo Project, com a curadoria de Julieta Gonzalez (co-curadora de arte latino-americana da Tate Modern) e do galerista Pablo Leon de La Barra, que vai reunir trabalhos de um seleto time de 15 artistas estrangeiros, produzidos especialmente para a Feira."
Em sua estréia, ArtRio arpresenta o maior número de galerias estrangeiras já visto no país, afirmando a efevercência e visibilidade internacional do Rio de Janeiro no cenário da arte contemporânea.


Data: 07 de setembro de 2011 – restrito a convidados. 08 a 11 de setembro de 2011 – aberto ao público.  Local: Píer Mauá


Endereço: Av. Rodrigues Alves, sem n° / entre os armazéns 2 e 3
Horário de visitação: do meio-dia às 20h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (para estudantes, mediante apresentação de carteira, e para maiores de 60 anos).
Formas de pagamento: dinheiro, cheque ou cartões de crédito e débito.
Fonte: Site artrio.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

# Joanna de Ângelis- Do livro, Vida Feliz


 Lição : XIV



Aproveita cada oportunidade
para agir de forma elevada.
Há quem espere extraordinários
momentos e ocasiões especiais,
que possivelmente não chegarão.


Não será o que faças, que te
tornará grande e importante, porém
como faças cada coisa que te
transformará em valioso.


A árvore gigante se origina em
pequenina semente.


O Cosmo é resultado de partículas
e moléculas invisíveis.


Torna-te grande nas pequeninas
coisas, a fim de que não te
apequenes nas grandiosas.



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

# José Saramago- O Silêncio dos Olhos- Os Poemas Possíveis. Lisboa, Caminho, 1999

     No  Silêncio   dos     olhos


Em que língua se diz, em que nação,
Em que outra humanidade se aprendeu
A palavra que ordene a confusão
Que neste remoinho se teceu?
Que murmúrio de vento, que dourados
Cantos de ave pousada em altos ramos
Dirão, em som, as coisas que, calados,
No silêncio dos olhos confessamos?


José Saramago.
Breve Biografia:
José de Sousa Saramago nasceu em 1922, em Azinhaga, aldeia ao sul de Portugal, numa família de camponeses.

Autodidata, antes de se dedicar exclusivamente à literatura trabalhou como serralheiro, mecânico, desenhista industrial e gerente de produção numa editora.
Iniciou sua atividade literária em 1947, com o romance Terra do Pecado, só voltando a publicar (um livro de poemas) em 1966.
Atuou como crítico literário em revistas e trabalhou no Diário de Lisboa. Em 1975, tornou-se diretor-adjunto do jornal Diário de Notícias. Acuado pela ditadura de Salazar, a partir de 1976 passou a viver de seus escritos, inicialmente como tradutor, depois como autor
O escritor português José Saramago morreu aos 87 anos em sua casa em Lanzarote, nas Ilhas Canárias, em 18/06/2010.Autor de 'Ensaio sobre a cegueira' era vencedor do Prêmio Nobel.

 Filme -Ensaio sobre a Cegueira

           FICHA TÉCNICA
Título no Brasil: Ensaio sobre a Cegueira
Título Original: Blindness
Gênero: Drama / Suspense
Tempo de Duração: 124 Min
Ano de Lançamento: 2008
Direção: Fernando Meirelles
Observação pessoal: Filme excelente.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

# JOANNA DE ÂNGELIS - Livro : Vida Feliz

               
   Nestes dias agitados, a angústia caminha com o homem, disfarçada de medo, de ansiedade, de sentimento de culpa.   Naturalmente, as pressões a que a pessoa está sujeita respondem por tal situação.
A ansiedade pelo prazer exorbitante frustra; os fatores agressivos amedrontam e a timidez encontra uma forma de levar ao complexo de autopunição.
 Afasta da mente esses fantasmas responsáveis por males inumeráveis. És filho de Deus, por Ele amado, que te protege e abençoa.
Não te afastes das Suas Leis e se te enganares, ao invés de te entregares a conflitos desnecessários, retorna ao caminho do dever, sem receio algum.

Do Livro Vida Feliz Joanna de Ângelis.


sábado, 13 de agosto de 2011

# O VALOR DA PRÁTICA DE YOGA COMO PROCESSO ANTIDEPRESSIVO

Recebi este texto em meu e-mail, e achei muito interessante repassar, para refletirmos sobre o papel da yoga em  nossas vidas.

  "Bilhões movimentam a indústria farmacêutica com a promoção do conceito de que o que nos adoece é a química cerebral e se tomamos uma pílula, ficaremos bem. Na realidade, para alguns de nós, isso é verdade.     Uma pílula como o Prozac, ou qualquer outro antidepressivo SSRI (acrônimo para a expressão inglesa selective serotonin reuptake inhibitors) ou inibidores seletivos da recaptação da serotonina, aumenta a taxa de serotonina no cérebro, o que faz nos sentirmos melhor.?

 Mas o que há de errado com esse quadro? Por que tantos de nós, como se alega, somos deficientes de serotonina? Pesquisas com macacos resos (macaco da Índia) demonstraram que traumas precoces, como a separação da mãe, mudam a química cerebral. Estudos também comprovaram que o estresse, incluindo o estresse da separação social, afeta o balanço da serotonina no cérebro.

 Será que estressores inerentes a nossa cultura moderna são a fonte de uma deficiência internacional de serotonina, causando depressão em proporções epidêmicas? Certamente, a nossa cultura pós-moderna criou um freqüente improviso emocional. Desde a Segunda Guerra Mundial, o índice de depressão e suicídio entre adolescentes triplicou. A evidência ainda mais impressionante do nosso sofrimento foi encontrada em um estudo publicado em 1994, que determinou que pessoas entre 18 e 54 anos, aproximadamente a metade já sofreu de alguma doença psiquiátrica séria.


Fonte do Sofrimento

Em virtude do estresse humano e da complexidade tecnológica dos nossos tempos, freqüentemente assumimos que o nosso tempo é o pior de todos. Mas seres humanos sempre sofreram. “Viver em um corpo mortal” Buddha dizia, “é como viver em uma casa em chamas”. Sob o prisma do yoga, a fonte de nosso sofrimento é a nossa ignorância - avidya. Nos esquecemos de quem somos nós. Criamos uma identidade a partir do que fazemos, de quem amamos, de quanto dinheiro queremos ganhar e coisas que circundam nossas vidas. Desde a perspectiva clássica do yoga, estamos convidando o desapontamento, quando não a depressão para nossas vidas, porque criamos a nossa identidade baseada em nossos cinco kleshas, ou aflições existenciais – ignorância, egoísmo, apego, aversão e medo de morrer – que nos afastam e limitam a nossa realidade.  Muito de nossa angústia moderna provém da nossa inabilidade em amenizar nós mesmos, porque muitos de nós, não recebeu experiência suficiente para estar seguro e cuidado como as crianças. Se um trauma precoce pode perturbar a química cerebral, será que experiências de cicatrização em psicoterapia e o mat do yoga podem normalizar este distúrbio da mente ocasionado por um trauma? Muitos psicoterapeutas e yogis acreditam que sim. Ou, se alguns preferem não falar em termos biomédicos, eles sentem que o yoga trabalha bem com pessoas que sofrem de depressão. Talvez as estórias mais convincentes venham dos próprios praticantes, que sentem que o yoga devolveu-lhes a vida.  Professor internacional de yoga e psicólogo clínico, Richard Miller, editor e fundador do Journal of the International Association of Yoga Therapists, afirma que a maioria dos pacientes que tratou tem a crença de que não deveriam ser o que são.
 O primeiro passo é observar como esse pensamento pode influenciar em suas vidas – na respiração, pensamento e corpo. Por exemplo, uma professora que consultou Miller para o tratamento do início de uma depressão seguiu seu conselho e fez um diário, para que pudesse perceber a quantidade de julgamentos sobre si. Durante uma sessão de terapia, ele pediu que ela fizesse um âsana. “Ela imediatamente percebeu que seu interesse na postura era se estava sendo executada corretamente ou não”.  Inicialmente, a ênfase na aproximação do Dr. Miller com o paciente depressivo era para ajudá-lo a ver o que ele aceita ou não em sua vida. Então, a ênfase é transferida para a natureza de auto-aceitação. Às vezes, de acordo com o Dr. Miller, quando aceitamos algo que julgávamos ruim, estamos meramente “reorganizando os móveis”. Para acessar a raiz do problema e prevenir que a depressão se instale novamente, é preciso perceber que a nossa natureza é livre de qualquer julgamento, é aberta e liberta. A fim de cultivar essa visão, Miller encoraja seus pacientes a entenderem que as pessoas não são suas emoções. É mais fácil o depressivo perceber que ele não é triste, mas tem a tristeza presente em sua consciência.  A forma de auto-aceitação sem julgamento que tanto se fala durante as aulas de yoga e em várias linhas de psicoterapia – o que os yogis chamam de “tranqüilidade” – pode ser desafiadora, mas ultimamente a salvação para uma pessoa depressiva. Além disso, de acordo com Miller, a depressão é um problema somático que penetra os tecidos e precisa de trabalho corporal. “Yoga é uma excelente forma de trabalho corpóreo que elimina o resíduo instalado no tecido”. A mentalidade yogue é que os samskaras (impressões, marcas, feridas decorrentes de um trauma físico-emocional) são primariamente retidos em corpos sutis e subseqüentemente reflete-se em sintomas físicos como a tensão. “As posturas do yoga podem penetrar no que Wilhem Reich, fundador da ciência bioenergética, chama de “armadura do caráter”, nossos padrões inconscientes de contrações físicas e defesas”, afirma Cope em Yoga and the Quest.  Para Stephen Cope, não é o âsana em si que importa, mas a qualidade da atenção que trazemos para esse que pode fazer a diferença para alguém que está deprimido. “Devagar, o movimento deliberado ancora a mente na sensação e permite que ocorra um reaprendizado”. A prática de posturas tem intencionalmente o propósito de criar a fundação fisiológica para a “estabilidade e relaxamento”, o que Patanjali falou há dois mil anos.  Dentro da perspectiva do Viniyoga, depressão é uma condição energética em que o tamásico (inerente, escuro) prevalece nas qualidades da mente e controle das emoções,
Mas Kraftsow relembra que cada indivíduo é único e todas as técnicas devem ser adaptadas às necessidades de cada corpo. Ao tratar uma pessoa com depressão, Kraftsow tenta encontrar a pessoa onde ela esteja e conseqüentemente, medir os “passos” até uma sessão de yoga. 
Para alguém que tenha pouca motivação para movimentar-se, ele inicia progressivamente. Ele pode começar com a pessoa deitando de costas, então mudar para posturas em pé mais vigorosas. Posturas em pé podem beneficiar pessoas que se sentem letárgicas para se exercitarem, “mas primeiro é preciso ter estratégia para tirá-los do sofá” e a melhor estratégia pode não ser os âsanas, mas simplesmente o convite para uma caminhada. 
Esses são momentos quando Richard Miller diz, “deixe que o yoga venha até você”. Ele recomenda fazer uma postura, ou mesmo meia-postura, devagar e com tanta atenção, que por um instante, você sinta o seu braço direito “maravilhosamente bem, e que talvez você queira que o outro braço sinta a mesma coisa, e sua perna e a outra”. Nesses momentos, é especialmente benéfico “esvaziar aquele sentimento de precisar fazer direito, para liberar a rigidez e praticar de forma que realmente se esteja curtindo”. Quando o auto-julgamento surge no yoga, simplesmente o observe. Miller diz que isso é parte do processo eliminativo e deve ser esperado quando nos tornamos conscientes dos nossos antigos modos de pensar. "




domingo, 7 de agosto de 2011

# Barulho de chuva com sons corporais (coral) - Rain

Coral - Barulho da Chuva



   Quando vi este vídeo , achei muito criativo, e nos fez pensar como algo tão comum como a chuva, pode nos sensibilizar quando somos os agentes corporais que vivem esta sensação de poder provocá-la e controlá-la.

   E quantas vezes não paramos para ouvir o seu barulho, seu cheiro ao cair na terra despertando os aromas do mato,da terra, das flores. Na verdade precisamos silenciar um pouco o tumulto do nosso pensar e despertamos mais as nossas percepções.

By: Jane

terça-feira, 26 de julho de 2011

# CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE - CASA ARRUMADA



Casa arrumada  é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico,um
cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições
fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)


segunda-feira, 25 de julho de 2011

# MÁRIO QUINTANA - OS POEMAS


OS POEMAS

Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
Mario Quintana - Esconderijos do Tempo



O AUTO-RETRATO

No retrato que me faço
- traço a traço -
às vezes me pinto nuvem,
às vezes me pinto árvore...
às vezes me pinto coisas
de que nem há mais lembrança...
ou coisas que não existem
mas que um dia existirão...
e, desta lida, em que busco
- pouco a pouco -
minha eterna semelhança,
no final, que restará?
Um desenho de criança...
Corrigido por um louco!

Mário Quintana (Apontamentos de História Sobrenatural)


Correr atrás de borboletas .


Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele (a) cara que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem (a mulher) da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas...é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!


 
Mário Quintana 


# MÁRIO QUINTANA- DA OBSERVAÇÃO.



DA OBSERVAÇÃO



Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...

Mário Quintana - Espelho Mágico


quinta-feira, 21 de julho de 2011

# Emily Dickinson - Diz toda a Verdade



 Diz toda a Verdade, mas di-la tendenciosamente 
 O êxito está no Circuito
 É demasiado brilhante para o nosso enfermo Prazer
 A esplêndida surpresa da Verdade
 Como o Relâmpago se torna mais fácil para as Crianças
 Com uma amável explicação
 A Verdade deve ofuscar gradualmente
 Ou cada homem ficará cego.

Biografia:
Proveniente de uma família abastada, Emily teve formação escolar irrepreensível, chegando a cursar durante um ano o South Hadley Female Seminary. Abandonou o seminário após se recusar, publicamente, a declarar sua fé.
Quando findou os estudos, Emily retornou à casa dos pais para deles cuidar, juntamente com a irmã Lavínia que, como ela, nunca se casou.
Em torno de Emily, construiu-se o mito acerca de sua personalidade solitária. Tanto que a denominavam de a “Grande Reclusa”. É importante que se diga, que este comportamento de Emily coadunava-se com o modelo de conduta feminina que era apregoado no Massachusetts de Oitocentos. Emily, em raros momentos, deixou sua vida reclusa, tanto que em toda sua vida, apenas fez viagens para a Filadélfia para tratar de problemas de visão, uma para Washington e Boston. Foi numa destas viagens que Emily conheceu dois homens que teriam marcada influência em sua vida e inspiração poética: Charles Wadsworth e Thomas Wentworth Higginson.
Emily conheceu Charles Wadsworth, um clérigo de 41 anos, em sua viagem à Filadélfia. Alguns críticos creditam a Wadsworth, como sendo o alvo de grande parte dos poemas de amor escritos por Emily.
Quase tudo que se sabe sobre a vida de Emily Dickinson tem como fonte as correspondências que ela manteve com algumas pessoas. Entre elas: Susan Dickinson, que era sua cunhada e vizinha, colegas de escola, familiares e alguns intelectuais como Samuel Bowles, o Dr. e a Mrs. J. G. Holland, T. W. Higginson e Helen Hunt Jackson. Nestas cartas, além de tecer comentários sobre o seu cotidiano, havia também alguns poemas.
Foi somente em torno do ano de 1858 que Emily deu início a confecção dos «fascicles» (livros manuscritos com suas composições) , produzidos e encadernados à mão.
É intensa a sua produção de 1860 até 1870, quando compôs centenas de poemas por ano. Em 1862, envia quatro poemas ao crítico Thomas Higginson que, não compreendendo inteiramente sua poesia, a desaconselha de publicá-los.
A partir de 1864, surpreendida por problemas de visão, arrefece um pouco o ritmo de sua escrita. Uma curiosidade na obra de Emily Dickinson é que apesar de ter escrito em torno de 1800 poemas e quase 1000 cartas, ela não chegou a publicar nenhum livro de versos, enquanto viveu. Os registros que se tem, é que apenas anonimamente, publicou alguns poemas.
Toda a sua obra foi editada postumamente, sendo reconhecida e aclamada pelos críticos.
Emily faleceu em 15 de maio de 1886 em Amherst, Massachusetts.
A edição crítica completa, organizada por Thomas H. Johnson, contando com 1775 poemas, ocorreu apenas em 1955, após seu acervo ter sido transferido para a Universidade de Harvard. Posteriormente acrescida de outros poemas, em 1999, surge outra edição, organizada por R. W. Franklin, com 1789 poemas.
Atualmente a casa, onde ela nasceu e viveu, "The Homestead" é aberta para visitação no período de Março a Dezembro.

Casa de Emily- College Amherst, Massachusetts.Museu.
                            





                   

sábado, 16 de julho de 2011

# AMIZADE É ENTREGA


A AMIZADE É COMO UMA ROSA TEM A CAPACIDADE DE MOSTRAR-SE POR INTEIRA, LOGO A SEGUIR, SEM MEDO DO SOPRO DO VENTO, DESPETÁLA-SE NO  PROCESSO DE RENOVAÇÃO
ENTREGANDO-SE A NATUREZA.
A AMIZADE TAMBÉM É ENTREGA .
BY: JANE

# O ENAMORADO DAS ROSAS- OLEGÁRIO MARIANO




O ENAMORADO DAS ROSAS



Toda manhã, ao sol, cabelo ao vento,
Ouvindo a água da fonte que murmura,
Rego as minhas roseiras com ternura,
Que água lhes dando, dou-lhes força e alento.

Cada um tem um suave movimento
Quando a chamar minha atenção procura
E mal desabrochada na espessura,
Manda-me um gesto de agradecimento.

Se cultivei amores às mancheias,
Culpa não cabe às minhas mãos piedosas
Que eles passassem para mãos alheias.

Hoje, esquecendo ingratidões mesquinhas,
Alimento a ilusão de que essas rosas,
Ao menos essas rosas, sejam minhas.

Olegário Mariano


Olegário Mariano Carneiro da Cunha (Recife, 24 de março de 1889 — Rio de Janeiro, 28 de novembro de 1958) foi um poeta, político e diplomata brasileiro.


 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

# FRASES SOBRE ARTE

A arte é viva .


 
"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível."Leonardo da Vinci."A arte, felizmente, ainda não soube encobrir a verdade."Oscar Wilde.
"Os espelhos são usados para ver o rosto; a arte para ver a alma."
                        George Bernard Shaw.

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação."   Fernando Pessoa


Pierre Auguste Renoir-     Jean Renoir, 1889
                                Debret - O mercador de cestos















Cândido Portinari- Bumba-meu-boi, 1950.
                                                          Caravaggio-   Rapaz com cesta de frutas, 1593